Combinar imagens sem complicar o nome
Escolhe palavras que se completam, mantém a leitura clara e reconhece combinações excessivas.
«Telhado de Cobre» cria uma imagem imediata. «Vigília do Telhado de Cobre das Sombras» exige muito mais atenção. Acrescentar palavras não torna necessariamente um nome mais preciso. Na interface de um jogo, a clareza ajuda a reconhecer o objeto antes de conhecer toda a sua história.
Decide primeiro o que estás a nomear
«Lâmina de Geada» sugere uma arma. «Geada das Lâminas» pode ser um fenómeno, uma técnica ou um feitiço. A ordem e a relação entre as palavras orientam a leitura. Escolhe a função desejada antes de combinares as imagens.
Duas imagens fortes podem bastar
Para uma casa, «Sala das Tílias» liga o edifício à paisagem. «Frontão da Raposa» combina arquitetura e imagem narrativa. Numa arma, «Lâmina do Juramento» associa uma obrigação à função do objeto. Uma terceira ideia pode ficar na descrição.
Escreve uma frase comum para cada proposta: «Encontramo-nos na Sala das Tílias.» Ou: «Ela pousa a Lâmina do Juramento na mesa.» Se a frase for difícil de repetir, revê o ritmo e a relação entre as palavras.
Cuida das ligações entre palavras
O género gramatical, o número e as preposições ajudam a perceber a combinação. Um nome inventado pode ter uma forma invulgar, mas a mesma forma deve ser usada de modo consistente. Verifica a leitura com outras pessoas e regista as exceções que são intencionais.
Faz uma prova de redução
Começa com «Lâmina da Vigília da Lua de Prata». Retira primeiro a decoração e experimenta «Lâmina da Lua». Se o juramento for a ideia central, «Lâmina do Juramento» pode ser mais preciso. A antiga ordem da Vigília da Lua continua a existir na história do objeto.
Conserva as propostas rejeitadas com uma breve razão. Assim, as informações ganham o seu lugar e as decisões futuras seguem uma lógica reconhecível.
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